Gosto de falar sobre a vida, pois é um tema que abrange diversos outros. Para quem não gosta de passar horas deitado no escuro analisando cada momento já vivido, talvez seja até fácil pensar no sentido da palavra ''vida''. Eu, sinceramente, gostaria muito de não ser o tipo de indivíduo que pensa em tudo sem medo - ou mesmo com muito medo - de se ferir. Pessoas que questionam menos aquilo que as cerca são mais felizes, e isso já foi comprovado por muitos estudos. Eu entendo, mas não consigo ser assim. Sou sensível demais para ter a capacidade de apenas ver, sem desenvolver qualquer tipo de reflexão. Assim, ao analisar profundamente a minha vida, acabo sempre chegando a conclusões nada satisfatórias, conclusões às quais jamais teria chegado se soubesse a hora certa de parar. Mas infelizmente não sei... Meus pensamentos seguem o fluxo de um rio, e, quando percebo, já estou perto demais da cachoeira para fugir da correnteza. Eu caio, e é o tipo de pancada que dói demais.
Estou em um momento filosófico, de fato. Sempre fui assim; às vezes passam dias e dias e ainda estou pensando nos mesmos vagos assuntos. No entanto, acho que dessa vez estou indo longe demais. Pensar dói MESMO. A cada dia descubro uma nova cicatriz, e, assim, chegará um momento em que não mais serei capaz de fugir. Sim, eu fujo, eu sempre fugi... do mundo, das pessoas, da realidade; até o momento em que percebi que, na verdade, fugia de mim mesma. Tudo isso porque a realidade dói demais àqueles que a encaram de frente. Se você não concorda com isso, pode ter certeza de que faz parte dos que viram as costas a ela. Nesse caso, não é a fuga que prevalece, mas a indiferença. é isso que me falta: INDIFERENÇA.
Aos pensadores, a dor da existência; aos cegos, a felicidade...
sábado, 28 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
trevas.
Talvez não pareça, mas estou numa fase meio dark. Não só pelo fato de que tenho ouvido mais Iron Maiden do que nunca, mas também porque não paro de pensar em vampiros. Pode parecer estranho a muitas pessoas que alguém pense tanto em seres que não passam de pura mitologia, e eu entendo perfeitamente quem possui essa opinião. Mas, felizmente (sim, felizmente!), não sou adepta do mesmo ponto de vista. Vampiros, para mim, representam algo que já passou muito do plano mitológico. Mas não se preocupem; não sou cara de pau a ponto de falar na lata que acredito plenamente em sua existência. Até porque, de fato, não é exatamente isso. Acho que gosto tanto de vampiros que sinto como se eles estivessem cada vez mais perto de mim, esperando a noite certa para o ataque. É como se eu vivesse rodeada deles, mas eles fugissem de mim por medo de perderem a presa. Mal sabem que jamais perderiam...
Bom, então surge a dúvida: por que gosto tanto de vampiros? Não sei, de fato. Eles são mágicos, misteriosos e fascinantes; possuem uma vitalidade intensa que contrasta perfeitamente com a morbidez de sua tez pálida. Possuem um olhar atraente e todos os seus movimentos são feitos de forma envolvente, como se estivessem sempre tentando seduzir alguém nos mínimos detalhes. Enfim... sou fã desses seres eternos que surgem das sombras. E ainda aguardo o dia em que sentirei uma pontada de dor no pescoço e passarei da vida finita à imortalidade.
Viverei na escuridão e nas trevas, para sempre.
Bom, então surge a dúvida: por que gosto tanto de vampiros? Não sei, de fato. Eles são mágicos, misteriosos e fascinantes; possuem uma vitalidade intensa que contrasta perfeitamente com a morbidez de sua tez pálida. Possuem um olhar atraente e todos os seus movimentos são feitos de forma envolvente, como se estivessem sempre tentando seduzir alguém nos mínimos detalhes. Enfim... sou fã desses seres eternos que surgem das sombras. E ainda aguardo o dia em que sentirei uma pontada de dor no pescoço e passarei da vida finita à imortalidade.
Viverei na escuridão e nas trevas, para sempre.
Assinar:
Comentários (Atom)